Passei por três rondas de entrevistas. Nas primeiras duas, esperei mais de 40 minutos pelo início da entrevista. Posteriormente, durante o tempo que colaborei com o Instituto, reparei que este tempo de espera (internamente designado como “compasso de espera”) era feito propositadamente e sem necessidade.
A primeira entrevista correu sem qualquer problema. Serviu para falar do meu percurso académico e profissional.
Na segunda, soaram os primeiros “alarmes”. A maneira como me vesti foi avaliada (casual mas profissional). Surgiu também pela primeira vez menção de possibilidade de trabalho em horário pós-laboral, em alguns dias da semana.
Na terceira (que ocorre por ter ficado com o emprego) é dito que as tarefas extra às minhas competências, a serem desempenhadas em horário pós-laboral, apenas seriam realizadas durante um período máximo de um ano, até conseguirem acrescentar mais colaboradores ao departamento em questão. Não aconteceu. Realizei as tarefas extra e o horário pós-laboral durante os três anos de colaboração. Ao longo desse tempo as tarefas de outros departamentos que tive de desempenhar foram aumentando.