Os processos seletivos ainda demonstram pouca maturidade e consistência em relação a critérios técnicos e estratégicos de contratação. Em muitos casos, existe interferência excessiva da alta liderança até mesmo em posições operacionais e de analista, o que acaba gerando desalinhamentos sobre perfil, senioridade e necessidades reais das áreas.
Também percebi mudanças frequentes de critérios ao longo dos processos, especialmente quando havia indicações internas ou decisões influenciadas por relações pessoais, o que pode comprometer a percepção de meritocracia e a construção de equipes mais consistentes tecnicamente.
Além disso, alguns processos seletivos acabam sendo superficiais na avaliação de competências e aderência ao cargo, trazendo impactos posteriores para estrutura, desenvolvimento das áreas e retenção de talentos.