A experiência no processo seletivo evidencia uma falta de organização e maturidade incompatível com o posicionamento da empresa.
Há desalinhamento de informações entre as etapas, o que sugere ausência de comunicação interna estruturada. Pontos críticos sobre a área e a função são tratados tardiamente, gerando desperdício de tempo e expectativas desalinhadas.
O processo em si demonstra pouca consideração pelo tempo do candidato, com atrasos relevantes e etapas redundantes que não agregam valor à avaliação. Esse tipo de condução transmite uma percepção clara de desordem e baixa eficiência operacional.