Minha experiência no processo seletivo da Pronix foi decepcionante e me deixou com uma percepção negativa sobre a forma como a empresa trata a experiência dos candidatos.
Participei de uma etapa em grupo com diversos candidatos, na qual cada pessoa tinha aproximadamente 2 minutos para falar sobre sua trajetória e experiência profissional.
Considero esse formato bastante limitado para avaliar profissionais de forma adequada e dar espaço para que cada candidato demonstre seu potencial.
Após a participação, não recebi qualquer feedback ou posicionamento sobre o resultado do processo. Meses depois, fui novamente contatada pelo mesmo time de RH para participar de uma nova entrevista.
Ao questionar o contexto, recebi apenas a informação de que se tratava de um novo processo seletivo.
O que me incomodou não foi a abertura de uma nova vaga, mas a ausência de qualquer referência ao processo anterior. Não houve esclarecimento sobre o encerramento da seleção anterior, nem demonstração de que o histórico já existente havia sido considerado.
A impressão passada foi a de que todo o tempo investido pelos candidatos simplesmente foi descartado.
A empresa fala sobre alta performance, mas acredito que processos de alta performance também exigem organização, comunicação e respeito pelo tempo das pessoas. Na minha experiência, esses pontos deixaram a desejar.
Como candidata, fiquei com a sensação de que a experiência do profissional durante o recrutamento não recebe a mesma atenção que a empresa demonstra dar aos seus resultados comerciais.
Recomendo que a Pronix reveja seus processos de comunicação e acompanhamento dos candidatos para tornar a jornada mais transparente e respeitosa.
Acredito que toda empresa deveria lembrar que o candidato de hoje pode ser o cliente, parceiro ou até colaborador de amanhã.
A forma como uma organização conduz seus processos seletivos também comunica seus valores e influencia diretamente a percepção que o mercado cria sobre a marca.
Por isso, transparência, respeito e boa comunicação não deveriam ser vistos como diferenciais, mas como o mínimo esperado.